quarta-feira, 28 de maio de 2008

Quiereme mucho

Quiéreme mucho, dulce amor mío
que amante siempre te adoraré
Yo con tus besos y tus caricias
mis sufrimientos acallaré

Cuando se quiere de veras
como te quiero yo a ti
es imposible mi cielo
tan separados vivir

Cuando se quiere de veras
como te quiere yo a ti
es imposible mi cielo
tan separado vivir..tan separado vivir

Yo con tus besos y tus caricias
mis sufrimiento acallaré

Cuando se quiere de veras
como te quiero yo a ti
es imposible mi cielo
tan separados vivir

Cuando se quiere de veras
como te quiere yo a ti
es imposible mi cielo
tan separado vivir..tan separado vivir.

Caso não consiga ver e ouvir o vídeo clicar >>>>>>>>>>>>> aqui


sábado, 24 de maio de 2008

Poema de amor

EL sol nos olvidó ayer sobre la arena,
nos envolvió el rumor suave del mar,
tu cuerpo me dio calor; tenía frío,
y allí en la arena
entre los dos nació este poema,
este pobre poema de amor para ti.
Mi fruto, mi flor,
mi historia de amor,
mis caricias.
Mi humilde candil,
mi lluvia de abril,
mi avaricia.
Mi trozo de pan,
mi viejo refrán,
mi poeta.
La fe que perdí,
mí camino
y mi carreta.
Mi dulce placer,
mi sueño de ayer,
mí equipaje.
Mi tibio Rincón,
mi mejor canción,
mi paisaje.
Mi manantial,
mi cañaveral,
mí riqueza.
Mi leña, mi hogar,
mi techo, mi lar,
mi nobleza.
Mi fuente, mi sed,
mi barco, mi red
y la arena.
Donde te sentí,
donde te escribí
mi poema.

Caso não consiga ver o vídeo clicar >>>>>>>>>>>> aqui

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Ombra nai fu

Renée Fleming canta Ombra mai fu da Ópera Xerxes de Handel

Butterfly-Tu tu piccolo idio

Mirella Freni in Puccini's Madama Butterfly

Butterfly uma japonesa que Pinkerton um oficial da marinha americana, havia "alugado", quando da sua comissão de serviço naquele País, levou a sério o casamento que tinha acontecido, cortando com toda a sua família que a amaldiçoara.

Pinkerton tinha regressado à América e a jovem Cio-Cio-San assim se chamava ela originalmente, continuava sonhando com o seu regresso Ela chora, mas não perde a esperança: Un bel dì vedremo - um belo dia veremos um fio de fumaça no horizonte
Pinkerton realmente volta mas já casado com uma americana, vem buscar o filho que Butterfly tivera.

Esta é a cena final, quando Butterfly se despede do filho antes de suicidar, esta ária quando bem cantada e quando as sopranos se convencem que ópera não é só voz é também teatro que tem uma componente cénica que não se pode desprezar, quando assim é, esta cena é arrepiante, acaba ouvindo-se a voz de Pinkerton, provavelmente já arrependido diz o guião ( eu não acredito) gritando pelo nome de Butterfly.

A particularidade desta versão filmica, é o facto de Butterfly se suicidar frente a Pinkerton, que nunca aconteceu nas versões cénicas, que eu tenha visto, ele chega sempre depois

domingo, 18 de maio de 2008

Eu vim de longe

Quando o avião aqui chegou
Quando o mês de Maio começou,
Eu olhei para ti,
Então eu entendi,
Foi um sonho mau que já passou
Foi um mau bocado que acabou.

Tinha esta viola numa mão,
Uma flor vermelha n´outra mão,
Tinha um grande amor,
Marcado pela dor,
E quando a fronteira me abraçou,
Foi esta bagagem que encontrou.

Eu vim de longe,
De muito longe,
O que eu andei p´ra´qui chegar,
Eu vou p´ra longe,
P´ra muito longe,
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos p´ra nos dar.

E então olhei à minha volta
Vi tanta esperança andar à solta,
Que não hesitei
Que os hinos que cantei
Foram frutos do meu coração
Feitos de alegria e de paixão.

Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei p´ra´qui chegar
Eu vou p´ra longe
P´ra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos p´ra nos dar

Quando a nossa festa s´estragou
E o mês de novembro se vingou
Eu olhei p´ra ti
E então entendi
Foi um sonho lindo que acabou,
Houve aqui alguém que se enganou

Tinha esta viola numa mão,
Coisas começadas noutra mão
Tinha um grande amor
Marcado pela dor
E quando a espingarda se virou,
Foi p´ra esta força que apontou.

Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei p´ra´qui chegar
Eu vou p´ra longe
P´ra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos p´ra nos dar

E então olhei à minha volta
Vi tanta mentira andar à solta,
Que me perguntei,
Se os hinos que cantei
Eram só promessas e ilusões
que nunca passaram de canções.

Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei p´ra´qui chegar
Eu vou p´ra longe
P´ra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos p´ra nos dar

Quando finalmente eu quis saber,
Se ainda vale a pena tanto querer
Eu olhei p´ra ti
E então eu entendi
É um sonho lindo pra viver
quando toda gente assim quiser

Tenho esta viola numa mão
Tenho a minha vida noutra mão,
Tienho um grande amor
Marcado pela dor,
E sempre que Abril aqui passar
dou-lhe este farnel pro ajudar

Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei p´ra´qui chegar
Eu vou p´ra longe
P´ra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos p´ra nos dar

E agora eu olho a minha volta
vejo tanta raiva andar a solta
que já não hesito,
os hinos ue repito,
são a parte do que eu posso prever
do que a minha gente vai fazer.

Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei p´ra´qui chegar
Eu vou p´ra longe
P´ra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos p´ra nos dar

Caso não consiga ver o vídeo clicar >>>>>>>>>>>>>>>>>>>> aqui


sexta-feira, 16 de maio de 2008

Di quella pira

Di quella pira - Verdi's IL TROVATORE- Pavarotti - Met Opera

Manrico decide então abandonar tudo para ir salvar a sua mãe, cantando a ária "Di quella pira"

Acabando por dizer

"Já era filho antes de te amar
nem mesmo o teu sofrimento pode deter-me
Mãe infeliz corro a salvar-te
ou pelo menos morrer contigo"

Partindo seguido por Ruiz e pelos soldados.


quarta-feira, 14 de maio de 2008

Só pra não dizer que não falei das flores

Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam antigas lições
De morrer pela pátria e viver sem razão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Caso não consiga ver o vídeo clicar >>>>>>>>>>>>>>>> aqui




domingo, 11 de maio de 2008

Detalhes

Roberto Carlos cantando "Detalhes"

Não adianta nem tentar me esquecer
durante muito tempo em sua vida eu vou viver

Detalhes tão pequenos de nós dois
são coisas muito grandes pra esquecer
e a toda hora vão estar presentes
você vai ver

Se um outro cabeludo aparecer na sua rua
e isso lhe trouxer saudades minhas, a culpa é sua
o ronco barulhento do seu carro
a velha calça desbotada ou coisa assim
imediatamente você vai lembrar de mim

Eu sei que um outro deve estar falando ao seu ouvido
palavras de amor como eu falei, mas, eu duvido
duvido que ele tenha tanto amor
e até os erros do meu português ruim
e nessa hora você vai lembrar de mim

A noite envolvida no silêncio do seu quarto
antes de dormir você procura o meu retrato
mas na moldura não sou eu quem lhe sorri
mas você vê o meu sorriso mesmo assim
e tudo isso vai fazer você lembrar de mim

Se alguém tocar seu corpo como eu, não diga nada
não vá dizer meu nome sem querer à pessoa errada
pensando ter amor nesse momento, desesperada, você tenta até o fim
e até nesse momento você vai lembrar de mim

Eu sei que esses detalhes vão sumir na longa estrada
do tempo que transforma todo amor em quase nada
mas quase também é mais um detalhe
um grande amor não vai morrer assim
por isso, de vez em quando você vai
vai lembrar de mim

Não adianta nem tentar me esquecer
durante muito e muito tempo em sua vida eu vou viver

Caso não consiga ver o vídeo clicar >>>>>>>>>>>>>>>>> aqui

Sentado a beira do caminho

Sentado a Beira do Caminho
1994
Zeze Luciano e Roberto

Get Back

THE BEATLES - 'Get back'

Jo-Jo was a man who thought he was a loner,
But he knew it couldn't last.

Jo-Jo left his home in Tucson, Arizona,
For some California grass.

Get back.
Get back.
Get back to where you once belonged.
Get back.
Get back.
Get back to where you once belonged.

Get back, Jo-Jo.

Go home.

Get back.
Get back.
Get back to where you once belonged.
Get back.
Get back.
Get back to where you once belonged.

Get back, Jo.

Sweet Loretta more than thought she was a woman,
But she was another man.

All the girls around her say she's got it comin',
But she gets it while she can.

Oh, get back.
Get back.
Get back to where you once belonged.
Get back.
Get back.
Get back to where you once belonged.

Get back, Loretta.
Go home

Oh, get back.
Get back.
Get back to where you once belonged.
Get back.
Get back.
Get back to where you once belonged.

Ooh.
Get back, Loretta.
You're mommy's waiting for you
Wearing her high-heeled shoes
And a low-neck sweater.
Get back home, Loretta.

Get back.
Get back.
Get back to where you once belonged.
Oh, get back.
Get back.
Get back.
Oh yeah.
Jo-Jo

Parle moi

SERGE LAMA et Nana Mouskouri - 'Parle moi' (1979)

Parle-moi, parle-moi, j'ai besoin de tendresse
Il n'en reste plus beaucoup dans ce monde un peu fou
M'en veux pas, ne ris pas, je suis comme une enfant
Parle-moi, parle-moi, doucement et longtemps
Parle-moi, parle-moi, j'ai besoin de présence
Le silence me fait peur; je n'entends plus que mon
cœur
T'en vas pas, bouge pas, je suis comme une enfant
Parle-moi, parle-moi, c'est toi qui me défends
Parle-moi, parle-moi, j'ai besoin de tendresse
Mal du siècle, de toujours, mal d'amitié, mal d'amour
M'en veux pas ne ris pas, je suis femme et enfant
Parle-moi, parle-moi, c'est toi seul que j'entends
M'en veux pas, ne ris pas, je suis femme et enfant
Parle-moi, parle-moi, dis les mots que j'attends

Caso não consiga ver o vídeo clicar >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> aqui

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Suor Angelica-Cena final

Barbara Frittoli "Final Scene" Suor Angelica no Met em 2007


Num convento. Angélica tem vivido em paz há sete anos. Sua vida passada foi diferente. Ela foi uma jovem que descobriu a felicidade do amor e tem um filho
.Ela nunca teve notícias de sua família que a enviou para o convento para encobrir o escândalo Uma tia dela diz-lhe que a criança morreu

Ela reza dizendo que não pode morrer em pecado mortal.

Aparentemente em resposta à sua oração, a Virgem Maria e o seu filho vão aparecer numa visão e Anfelica acaba por morrer


segunda-feira, 5 de maio de 2008

Amar y vivir

Por qué no han de saber
que te amo, vida mía
por qué no he de decirlo
si fundes tu alma con el alma mía.

Qué importa si después
me ven llorando un día
si acaso me preguntan diré
que te quiero mucho todavía.

Se vive solamente una vez
hay que aprender a querer y a vivir
hay que saber que la vida se aleja
y nos deja llorando quimeras.

No quiero arrepentirme después
de lo que pudo haber sido y no fue
quiero gozar esta vida teniéndote cerca
de mí hasta que muera.

C
aso não consiga ver e ouvir o vídeo clicar >>>>>>>>>>>>>>>>> aqui




domingo, 4 de maio de 2008

Bimba dagli occhi pieni di malia

"Bimba dagli occhi pieni di malia"
Dueto final do Atto I

Savatore Fisichella
Raina Kabaivanska
Dirige: Maurizio ARENA
Teatro Massimo di Palermo 1994



Pinkerton
(stende le mani a Butterfly che sta per scendere dalla terrazza)
Bimba dagli occhi pieni di malìa
ora sei tutta mia.
Sei tutta vestita di giglio.
Mi piace la treccia tua bruna
fra i candidi veli.

Butterfly (scendendo dal terrazzo)
Somiglio la Dea della luna,
la piccola Dea della luna
che scende la notte dal ponte del ciel.

Pinkerton
E affascina i cuori...

Butterfly
E li prende e li avvolge
in un bianco mantel
E via se li reca
negli alti reami,

Pinkerton
Ma intanto finor non m'hai detto,
ancor non m'hai detto che m'ami.
Le sa quella Dea le parole che appagan gli ardenti desir?

Butterfly
Le sa. Forse dirle non vuole per tema d'averne a morir,
per tema d'averne a morir!

Pinkerton
Stolta paura, l'amor non uccide
ma dà vita e sorride per gioie celestiali
come ora fa
(avvicinandosi a Butterfly e carezzandole il viso)
nei tuoi lunghi occhi ovali

(Butterfly, con subito movimento si ritrae dalla carezza ardente di Pinkerton)

Butterfly (con intenso sentimento)
Adesso voi
(entusiasmandosi)
siete per me
l'occhio del firmamento.
E mi piaceste dal primo momento
che vi ho veduto.

(Ha un moto di spavento e fa atto diturarsi gli orecchi, come se ancora avesse ad udire le urla die parenti: poi si rassicura e con fiducia si rivolge a Pinkerton.)

Siete alto, forte.
Rideste con modi si palesi
e dite corse che mai non intesi.
Or son contenta, or son contenta.

(Notte completa: cioelo purissimo e stellato. Avvicinandosi lentamente a Pinkerton seduto sulla panca nel giardino. Si inginocchia ai piedi di Pinkerton e los guarda con tenerezza, quasi suplichevole.)

Vogliatemi bene,
un ben piccolino,
un bene da bambino,
quale a me si conviene.
Vogliatemi bene.
Noi siamo gente avvezza
alle piccole cose
umili e silenziose,
ad una tenerezza
sfiorante e pur profonda
come il ciel, come l'onda del mare!

Pinkerton
Dammi ch'io baci le tue mani care.
Mia Butterfly! come t'han ben nomata tenue farfalla...

Butterfly
(a queste parole Butterfly si rattrista e ritira le mani)
Dicon che oltre mare
se cade in man dell'uom,
(con paurosa espressione)
ogni farfalla da uno spillo è trafitta
(con strazio)
ed in travola infitta!

Pinkerton
(riprendendo dolcemente le mani a Butterfly e sorridendo)
Un po' di vero c'è.
E tu lo sai perché?
Perché non fugga più.
(con entusiasmo e affettuosamento abbracciandola)
Io t'ho ghermita
Ti serro palpitante.
Sei mia.

Butterfly (abbandonandosi)
Sì, per la vita.

Pinkerton
Vieni, vieni!
Via dall'anima in pena
l'angoscia paurosa.
(indica il cielo stellato)
È notte serena!
Guarda: dorme ogni cosa!

Butterfly
(guardando il cielo, estatica)
Ah! Dolce notte!

Pinkerton
Vieni, vieni!

Butterfly
Quante stelle!
/ Non le vidi mai sì belle!
|
| Pinkerton
\ È notte serena!
Ah! vieni, vieni!
È notte serena!
Guarda: dorme ogni cosa!

Butterfly
Dolce notte! Quante stelle!

Pinkerton
Vieni, vieni!

Butterfly
Non le vidi mai sì belle!

Pinkerton
vieni, vieni!...

Butterfly
Trema, brilla ogni favilla ...

Pinkerton
Vien, sei mia!...

Butterfly
... col baglior d'una pupilla! Oh!
/ Oh! quanti occhi fissi, attenti
| d'ogni parte a riguardar!
| pei firmamenti, via pei lidi, via pel mare!
|
| Pinkerton
| (con cupido amore)
| Via l'angoscia dal tuo cor
| ti serro palpitante. Sei mia.
| Ah, vien, vien, sei mia!
\ Ah! Vieni, guarda: dorme ogni cosa!
Ti serro palpitante. Ah, vien!

Butterfly
Oh! quanti occhi fissi attenti.
/ Quanti sguardi ride il ciel!
| Ah! Dolce notte!
| Tutto estatico d'amor ride il ciel!
|
| Pinkerton
| Guarda: dorme ogni cosa.
| Ah! vien! Ah! vieni, vieni!
\ Ah! vien, Ah! vien! sei mia!

(Salgono dal giardino nella casetta.)

(Cala il sipario.)

sexta-feira, 2 de maio de 2008

É de manhã

Beth Carvalho, Maria Bethania e Caetano Veloso


É de manhã
É de madrugada, é de manhã
Não sei mais de nada, é de manhã
Vou ver meu amor

É de manhã
Vou ver minha amada, é de manhã
Flor da madrugada, é de manhã
Vou ver minha flor

Vou pela estrada
E cada estrela é uma flor

Mas a flor amada é mais que a madrugada
E foi por ela que o galo cocorocô...

Caso não consiga ver o vídeo clicar >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> aqui.



quinta-feira, 1 de maio de 2008

Inolvidable

En la vida, hay amores
Que nunca puden olvidarse,
Imborrables momentos
Que siempre
Guarda el corazón,
Porque aquello
Que un dia nos hizo
Temblar de alegria
És mentira que hoy
Pueda olvidarse,
Con un nuevo amor.
He besado otras bocas,
Buscando nueva ansiedad,
Y otros brazos extraños
Me estrechan,
Llenos de emocíon
Pero solo consiguen asserme
Recordar los suyos
Que inolvidablemente
Vivirán en mi!

Caso não consiga ver e ouvir o vídeo clicar >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> aqui